Who Dropped the Cake?

2024

30x30x30 cm
White stoneware

(English)

A two piece series. One, a piece of cake made of clay intended as a provocation to social media, a place where we put a facade of who we are, where everything seems easy and made in a second, piece of cake. And where anything becomes something to be celebrated and documented in the public eye. After all, let there be content. The note reads “Congratulations on achieving nothing more than your obligations.” Tempted for a bite?

(Portuguese)

Uma série de duas peças. O pedaço de bolo vem como provocação às redes sociais onde colocamos uma fachada de quem somos, onde tudo parece fácil e feito em segundos, piece of cake. E onde qualquer coisa vira algo a ser comemorado e documentado ao olhar público. Afinal, haja conteúdo. O bilhete lê “Parabéns por conquistar nada menos que suas obrigações”.

Piece of Cake, 2021
15x15x18 cm, white stoneware

(English)

Ceramic piece, part of the series “Piece of Cake”, that came with the intent to provoke this happily sculpted image of our lives to the public with the growth of social media and the version of ourselves we want to portray. Who dropped the cake? Who let their facade fall? The cake reads “Happy Sunny Day”, fallen to the ground. This is the second piece in the series, a consequence from Piece of Cake (below). Current life is still an extension of the past, where a lot was all about pretend. Pretend that everything is great or that we are happy when we are not. And how much of that essence still remains today, we just have different ways to show it.

(Portuguese)

Peça em cerâmica, da série “Piece of Cake”, que veio com a intenção de provocar essa imagem de uma vida alegre perfeitamente esculpida ao público, com o crescer das redes sociais e a versão de nós mesmos que queremos apresentar. Quem deixou o bolo cair? Quem deixou a fachada cair? O bolo lê “Happy Sunny Day”, caído ao chão. Segunda peça da série, consequente do Piece of Cake (abaixo). A vida atual não deixa de ser uma prorrogação de atualidades passadas, tudo sendo muito sobre “fingir”. Que tudo está ótimo e alegre. E como essa essência ainda permanece nos dias de hoje, só que com maneiras diferentes de expor.